Shawarma de carne ou frango?

Shawarma de carne e frango: porção e lanche no pão sírio

 

Pioneiro no restaurante Abuzuz e em São Paulo, o shawarma pode ser servido no prato, como aperitivo para acompanhar o Arak, tradicional bebida do Líbano com sabor de anis, (ou qualquer outra bebida alcoólica), ou em forma de lanche, no pão sírio. O shawarma é um lanche montado com lascas de frango ou carne bovina, assados em um espeto vertical e servido no pão sírio.

O segredo do shawarma está na marinada e no cozimento da carne que é colocada crua em um espeto vertical rotativo onde fica por várias horas para assar. Como ele gira, a carne é cozida por uma fonte de calor que está localizada atrás do espeto. Com uma faca grande e afiada a carne é cortada em lascas para montar o shawarma.

No shawarma de carne, adiciona-se molho de tahine (pasta feita de sementes de gergelim), conserva de pepino, tomate e salsinha picada com cebola e sumak (especiaria bastante utilizada na culinária do Oriente Médio).  Já o shawarma de frango é servido com pasta de alho e batata frita além do tomate, alface e conserva de pepino.

Venha experimentar essa delícia no Restaurante Abu-Zuz!

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Que tal um espetinho de Kafta?

Kafta

A kafta ou cafta é um delícia típica da culinária árabe. Lembra um pouco almôndega, pela consistência, mas é um pouco mais firme. A Kafta pode ser servida no prato ou no espeto e aquele sabor especial vem do tempero que contém cominho, orégano, salsa, canela e até azeitona.

Mmmmmm, venha experimentar no Restaurante Abu-Zuz o Araes, um lanche com kafta crua, cebola e tomate na chapa, ou espeto de kafta, e ainda os combinados. Você não sabe o que está perdendo!

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O poder da hortelã

Hortelã.morguefile

A hortelã fresca está presente em diversos pratos da culinária árabe como o kibe, o tabule e pratos à base de cordeiro. Já a hortelã seca é usada em pratos como o pepino com coalhada ou no quibe cozido na coalhada. O chá também é feito com a erva desidratada, pois fica mais saboroso.

Mas essa folha verdinha, além de enfeitar pratos tem muitas qualidades medicinais. Com propriedades anti espasmódicas, é indicada para gases, má digestão, náuseas, cólicas intestinais e biliares, e estimulante do apetite.

Curiosidades

– A hortelã foi adicionada ao kibe cru para preservar a carne no tempo em que não existiam geladeiras.
– O costume árabe de beber chá de hortelã, quente ou frio, refresca e facilita a digestão.
– Use as folhas frescas, pois a hortelã desidratada perde muito de suas propriedades.

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Cozinha Libanesa

Culinária Libanesa  Foto Guilherme Picarelli

A cozinha libanesa é bastante diversificada e possui especialidades próprias e adaptadas dos diferentes países ao seu redor. A dominação dos turcos otomanos incluiu nessa culinária pratos como Kebab (chauarma), charutos, abobrinha, berinjela recheada e até os doces folhados. O sabor desta gastronomia conquistou o ocidente.  A base são os cereais, legumes e arroz. Mas o grande sucesso está no tempero que privilegia a cebola, o alho, a salsa, o azeite e o limão, além das ervas e especiarias. A carne bovina é mais usada no Brasil, pois no Líbano a carne de carneiro ou cordeiro tem preferência. A tradição nas refeições libanesas está na variedade de pratos frios e quentes. Entre os pratos mais conhecidos das mesas ocidentais está o tabule, kibe (cru, frito ou assado), homus, babaganuj, coalhada, esfiha, kafta, shawarma, charuto de uva ou repolho. Entre as sobremesas mais populares estão o mahallebi e baklawa (massa folhada) com recheios de castanha, nozes, amêndoas ou pistache.

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O começo de tudo

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O restaurante Abuzuz foi fundado em 1989, pelo casal Pierre e Mari, que tinha como objetivo reunir a família no Brasil. O irmão de Pierre, Joseph Moujaes, experiente no ramo de hotelaria e entretenimento e sua esposa, uma cozinheira de mão cheia, vieram com os filhos, fugindo da guerra civil no Líbano.  Tanto que o nome do restaurante é uma homenagem ao irmão, Abuzuz é o apelido tradicional em árabe para Joseph.

Dez anos depois, uma situação mais calma em sua terra natal leva Joseph de volta ao Líbano. Os empreendedores originais do restaurante assumiram o Abuzuz, que ganhou uma culinária libanesa mais delicada, afável ao paladar brasileiro, porém tão tradicional quanto à cozinha exercida desde sua abertura.

O talento de Mari, grande conhecedora da gastronomia árabe, conquistou um público fiel da região, mas também passou a receber frequentadores de toda a cidade e reconhecimento da mídia especializada como um endereço certo para apreciar o melhor da culinária árabe tradicional.

Em 2007, o restaurante foi remodelado, ganhando um espaço confortável e acolhedor, e Cynthia, filha de Pierre e Mari, engenheira de alimentos pela Mauá e chef pela renomada Escola de Cozinha Wilma Kowesi, integra a equipe do Abuzuz.

A dedicação da família ao restaurante pode ser percebida na busca pela especiaria mais difícil de encontrar, passando pela qualidade exigida de seus fornecedores, para oferecer a melhor refeição a seus clientes. Sejam todos bem vindos!

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