A Lenda do Café

Reprodução - Restaurante Abuzuz

 

Corre uma lenda sobre as origens do café contando que, num dado momento do século II, na cidade de Kaffa, região da atual Etiópia, perturbado com o sumiço de algumas de suas cabras, Kaldi, um responsável pastor, resolve sair à procura do restante de seu rebanho. Qual não foi sua surpresa quando encontrou seus animais tomados por uma grande agitação. Conta-se que ele ficou intrigado com a vitalidade das cabras, que comiam folhas e frutos de um arbusto comum nas montanhas abissínias. Elas estavam saltitantes e conseguiam percorrer longas distâncias sem demonstrar sinais de cansaço ou qualquer outra reação.

Kaldi deduziu, então, que o que dera a grande energia a suas cabras fora aquela estranha e nova planta repleta de pequenos frutos vermelhos. Ele havia descoberto o valor estimulante do café. Para observar melhor, kaldi passou a alimentar o rebanho com os tais frutos vermelhos e, ao final de alguns dias, também quis experimentá-los.

O pastor gostou do efeito estimulante que os frutos proporcionaram. Sentiu-se alegre, bem disposto, e passou a mascar café todos os dias, principalmente para resistir ao sono das noites de oração. Ele contou sua descoberta para alguns monges do monastério local. Mas, como as reações não foram favoráveis, ele resolveu atear fogo aos frutos, convencido de que seus efeitos eram “obras do demônio”. O aroma exalado pelos frutos torrados nas chamas atraiu muitos curiosos, que estavam interessados em descobrir o que estava provocando aquele maravilhoso aroma no ar. Os monges, então, resolveram recolher os grãos de café das cinzas. Esmagaram tais grãos e realizaram sua imersão em água quente, para ver que tipo de bebida obteriam. Os monges logo descobriram que o preparado os mantinha acordados durante as rezas e períodos de meditação. Notícias dos maravilhosos poderes da bebida espalharam-se de mosteiro em mosteiro, e assim, aos poucos se espalharam por todo o mundo.

 

Venha saborear um delicioso café puro, com doces ou salgados no Restaurante Abu-Zuz!

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Charutos: de folha de uva ou de repolho?

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Todo prato com recheio é muito bem aceito por aqueles que apreciam uma boa culinária! E os libaneses são especialistas nisso!

Difícil é escolher entre os charutos de folha de uva ou de repolho recheados que são igualmente deliciosos!

Tanto os charutos de folha de uva como os de repolho são típicos do Oriente e os recheios são de arroz e carne. Podendo ser consumidos frios ou quentes, os charutos combinam com diversos pratos, desde saladas até um mais requintado de carne de cordeiro.

Passe no Restaurante Abu-Zuz e experimente mais estas delícias libanesas!

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Gostou? Peça mais!

Rodízio

Imagine almoçar uma deliciosa comida árabe e ainda poder repetir o que mais gostou!

Isso mesmo! O Restaurante Abu-Zuz oferece o Rodízio que foi criado especialmente para aqueles que não conhecem muito bem a cozinha árabe e querem  se familiarizar com os pratos mais conhecidos, mas claro, todos podem experimentar e repetir!

O Rodízio é composto por deliciosas mini-esfihas de carne e verdura, quibinhos, três pastas: homos, babaganuj e coalhada seca, tabule, quibe cru, charuto de uva e de repolho, arroz com lentilha, arroz marroquino com frango e amêndoas laminadas e michui de kafta.

E ainda tem a sobremesa: mohalabieh com geleia de damasco ou calda de ameixas pretas.

Venha conhecer um pouco mais sobre a cozinha árabe!

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Lahambajin – uma esfiha gigante!

Lahambajin – uma esfiha gigante!

De segunda à sábado, até as 11h, o Restaurante Abu-Zuz serve para o café da manhã a Lahambajin, uma enorme esfiha de carne do tamanho de uma pizza brotinho!

É tradicional enrolá-la como um kebab e comer quentinha, recém-saída do forno, acompanhada do airan, uma coalhada fresca batida com gelo e sal. É muito refrescante!

Vai às compras cedinho? Passe no Restaurante Abu-Zuz e tome um belo café da manhã com a deliciosa Lahambajin.

Boas compras!

 

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Esfiha de Zatar!

Esfiha Zatar

A maioria de nós conhece (e adora) as esfihas mais comuns: de carne, queijo, calabresa, escarola. Quando elas estão ali expostas na vitrine, dá água na boca.

Mas do que é feita aquela esfiha que tem um recheio diferente? Mais escuro. Só nos verdadeiros restaurantes árabes você vai encontrar a tradicional esfiha de zatar (ou za’atar, zaatar, zattar).

O zatar é um tempero muito parecido com o tomilho, no sabor, e é composto por pimenta, sumagre e gergelim e alfafa. O sabor é forte e picante.

No Líbano e na Síria, é comum as pessoas misturarem zatar e azeite em uma tigela e molharem pão, um petisco típico do café da manhã. E é por isso que no Restaurante Abu-Zuz, a esfiha de zatar é servida até às 11h, com uma rodela de tomate e um fio de azeite.

Se você adora explorar novos paladares, experimente!

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A história da esfiha

Esfiha

Você sabia que a esfiha era nada mais que um pão coberto com carne, tradicionalmente de carneiro, e cebola? Isso foi há muitos anos na Síria e no Líbano, e daí nasceu a ideia da esfiha aberta, aquela famosa massinha redonda parecida com uma pizza.

Os imigrantes árabes espalharam esta delícia pelos outros países do Oriente Médio, chegando até o Ocidente e, claro, ao Brasil, onde é muito popular.

Com o passar do tempo e com tanta mistura de culturas, a esfiha ganhou a versão fechada, criada pelos ocidentais, e foi incrementada com recheios variados, como queijo, frango, calabresa, escarola, requeijão e o zatar.

No Restaurante Abu-Zuz você pode experimentar diversos sabores das deliciosas esfihas, tanto abertas quanto fechadas. Você escolhe!

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Pão sírio

Pão Sírio

Imagine um pão sírio torradinho e crocante que acabou de sair do forno! E logo em seguida mergulhá-lo no homus, no antepasto ou no falafel… Mmm deu água na boca.

O pão árabe, ou “pita”, tem um formato arredondado e é feito de trigo, fermento, açúcar, azeite, gergelim e sal. Deve ser degustado com as mãos: é uma tradição árabe pegar com o pão sírio os legumes, as saladas, as iguarias e até as carnes.

É com o pão sírio que são feitos os deliciosos beirutes, kebabs e shawarmas, uma das receitas mais vendidas no Restaurante Abu-Zuz. Experimente!

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