Pão sírio

Pão Sírio

Imagine um pão sírio torradinho e crocante que acabou de sair do forno! E logo em seguida mergulhá-lo no homus, no antepasto ou no falafel… Mmm deu água na boca.

O pão árabe, ou “pita”, tem um formato arredondado e é feito de trigo, fermento, açúcar, azeite, gergelim e sal. Deve ser degustado com as mãos: é uma tradição árabe pegar com o pão sírio os legumes, as saladas, as iguarias e até as carnes.

É com o pão sírio que são feitos os deliciosos beirutes, kebabs e shawarmas, uma das receitas mais vendidas no Restaurante Abu-Zuz. Experimente!

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Café Sírio

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Quem não adora um cafezinho depois das refeições ou mesmo para relaxar um pouco? E que tal um café diferente desta vez?

O café sírio não é coado, por isso ele é mais forte que o expresso. O pó tem de ser especial, mais fino do que o que usamos aqui no Brasil, pois dá pra fazer café sírio com os pós normais.

Para fazer o café sírio, você não vai precisar de filtro, apenas de um bule pequeno. A medida perfeita é uma colher de chá de pó de café para cada xícara.

Coloque a água no fogo e, quando ferver, retire, coloque o pó e mexa; leve ao fogo novamente e, quando subir a fervura, retire novamente do fogo. Repita esta sequência 3 vezes. Ao final, desligue o fogo e adicione uma colher de chá de água; deixe assentar por dois a três minutos e sirva.

Quando você terminar de tomar o café, pode se divertir ainda com a leitura da borra que o pó faz no fundo da xícara. As “imagens” são bem interessantes e os mais supersticiosos acreditam que é possível ver o futuro!

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Conheça o sabor intenso do Zatar

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A maioria de nós conhece (e adora) as esfihas mais comuns: de carne, queijo, calabresa, escarola. Quando elas estão ali expostas na vitrine, dá água na boca.

Mas do que é feita aquela esfiha que tem um recheio diferente? Mais escuro. Só nos verdadeiros restaurantes árabes você vai encontrar a tradicional esfiha de zatar (ou za’atar, zaatar, zattar).

O zatar é um tempero muito parecido com o tomilho, no sabor, e é composto por pimenta, sumagre e gergelim e alfafa. O sabor é forte e picante.

No Líbano e na Síria, é comum as pessoas misturarem zatar e azeite em uma tigela e molharem pão, um petisco típico do café da manhã. E é por isso que no Restaurante Abu-Zuz, a esfiha de zatar é servida até às 11h, com uma rodela de tomate e um fio de azeite.

Se você adora explorar novos paladares, experimente!

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Coalhada: gostosa e saudável

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A Coalhada Seca ou fresca, em árabe Labne ou Laban, em geral é feita com leite de vaca, mas a produzida pelos caprinos tem um sabor mais marcante.  A culinária árabe usa a coalhada seca como complemento de muitos pratos, além do sabor que esse alimento acrescenta, há várias propriedades que melhoram a nossa saúde.

A coalhada ajuda no funcionamento intestinal proporcionando um maior equilíbrio e recuperação da flora. A coalhada é recomendada pra quem sofre de osteoporose e outras doenças causadas pela carência de cálcio. Vários estudos já concluíram que a longevidade dos povos dos Balcãs era resultado de uma dieta rica em leites fermentados.

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Quibe: popular no Oriente e no Brasil

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Quando perguntamos para alguém um prato típico árabe entre as primeiras respostas certamente estará o Quibe, o tradicional bolinho de carne temperado com ervas. O quibe é um prato bastante popular no Líbano, Síria e Iraque, e pode ser servido cru, frito ou assado. Imigrantes dessas regiões proporcionaram que o quibe ficasse conhecido também em terras tupiniquins, tanto é que hoje é possível pedir um quibe em bares, restaurantes e lanchonetes.

Cada casa tem o seu segredo de família, muitas vezes guardada a sete chaves, mas os ingredientes do quibe são carne, trigo, cebola, hortelã, sal e pimenta síria. O recheio varia de região para região. Na Síria, eles gostam de acrescentar o cominho. No oriente o uso da carne de carneiro é mais popular, já no Brasil a preferência é pela carne bovina. O melhor acompanhamento para o quibe frito ou assado é a coalhada fresca ou seca. Há também o quibe cozido na coalhada e quibe michui, que é assado na brasa.

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O Azeite

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Nada como um fio de azeite para deixar tudo mais gostoso… e na culinária árabe não poderia ser diferente! No Restaurante Abu-Zuz sempre tem um vidro de azeite à mesa, esperando para dar um toque especial.

Típico da cozinha mediterrânea, o azeite deriva da azeitona verde e é um ingrediente que, além de muito saboroso, também é altamente recomendável pelos especialistas da saúde, pois faz bem ao coração, ajuda a manter a aparência mais jovem e até a emagrecer.

Aquele fio dourado que é derramado sobre uma deliciosa refeição, uma salada ou um simples pedaço de pão é que proporciona um sabor todo especial.

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Doces Folheados

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Impossível resistir a uma vitrine repleta de doces árabes, bem recheados e cobertos com uma espessa camada de mel.

Hoje, vamos falar dos deliciosos folheados, um mais gostoso que o outro… Feitos com farinha de trigo, água, açúcar e margarina, os doces folheados podem ser recheados com nozes ou castanha de caju. Os formatos também variam: o Balewa é quadrado, o Folheado Aberto e o Travesseiro são retangulares. Tem ainda o Triângulo e a Flor, este último o recheio pode ser de pistache.

Imagine com um cafezinho sírio! Experimente!

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O poder da hortelã

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A hortelã fresca está presente em diversos pratos da culinária árabe como o kibe, o tabule e pratos à base de cordeiro. Já a hortelã seca é usada em pratos como o pepino com coalhada ou no quibe cozido na coalhada. O chá também é feito com a erva desidratada, pois fica mais saboroso.

Mas essa folha verdinha, além de enfeitar pratos tem muitas qualidades medicinais. Com propriedades anti espasmódicas, é indicada para gases, má digestão, náuseas, cólicas intestinais e biliares, e estimulante do apetite.

Curiosidades

– A hortelã foi adicionada ao kibe cru para preservar a carne no tempo em que não existiam geladeiras.
– O costume árabe de beber chá de hortelã, quente ou frio, refresca e facilita a digestão.
– Use as folhas frescas, pois a hortelã desidratada perde muito de suas propriedades.

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De olho na balança!

Tabule

Quem está de dieta não precisa ficar sempre no grelhado com salada, dá para apostar na culinária árabe e diversificar. O cardápio árabe é colorido, tem sabores e texturas variadas e traz benefícios para a saúde. A vantagem dessa cozinha para a dieta são os ingredientes naturais, frescos e variados. Nessa culinária há boas opções de cru, assado ou grelhado.

Quando for ao restaurante árabe prefira o kibe cru ou assado, babaganouche (pasta de berinjela), tabule, abobrinha recheada, charuto de repolho ou folha de uva. Estas escolhas vão garantir uma boa sintonia com a balança. Experimente!

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